quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Imposto de Importação de Componentes de PC Sobe e Encarece Tecnologia no Brasil

Fala, pessoal! Hoje trazemos mais uma notícia nada animadora: o aumento do imposto de importação de componentes de PC agora é oficial. De acordo com reportagem do G1, o governo federal espera arrecadar cerca de R$ 14 bilhões em 2026 ao elevar a tarifa de importação de mais de mil produtos, incluindo diversos itens de tecnologia e eletrônicos.

A medida atinge diretamente componentes essenciais para computadores — base não apenas do mercado gamer, mas de toda a cadeia de produção digital. E isso acontece justamente em um momento em que o setor já vinha pressionado pelo aumento abrupto das memórias RAM no mercado internacional. Ou seja, o cenário que já era preocupante acaba de ganhar mais um fator de encarecimento.

No Brasil, quando se trata de tecnologia, infelizmente parece que sempre há espaço para piorar o que já estava difícil.


O que mudou nas tarifas

Abaixo estão alguns dos principais reajustes divulgados:

Componente
Antes
Agora
GPU
0% – 2%
12,6% – 18%
CPU
0%
7,2% – 12,6%
Memória RAM
0% – 2%
12,6%
Placa-mãe
0% – 2%
12,6% – 16%

Na prática, isso significa hardware mais caro no Brasil quase imediatamente. O aumento chega rápido ao varejo e pesa no bolso de quem trabalha, estuda ou produz usando essas máquinas.

E para quem defende a medida como forma de proteger a indústria nacional, fica a pergunta: encarecer ferramentas essenciais realmente torna alguém mais competitivo? Em um cenário cada vez mais impulsionado por tecnologia e inteligência artificial, reduzir ou isentar impostos sobre esse setor não faria muito mais sentido do que dificultar o acesso a ele?


Protecionismo sem indústria forte

A justificativa oficial é estimular a indústria nacional. O problema é que o Brasil não possui produção relevante de processadores, placas de vídeo ou memória RAM em escala competitiva global.

Sem uma cadeia industrial consolidada, o aumento do imposto de importação de componentes de PC não fortalece a produção interna — apenas encarece produtos que continuam vindo de fora.

Protecionismo funciona quando existe capacidade real de substituir o que está sendo taxado. Caso contrário, o custo recai diretamente sobre quem compra e sobre quem produz. E, como já mencionado, a lógica costuma ser aumentar taxas para “equilibrar” o mercado, em vez de reduzir barreiras para incentivar crescimento. No fim, não se cria competitividade — apenas se eleva o preço de entrada em um setor que já enfrenta dificuldades estruturais.


Memória RAM mais cara e efeito acumulado

O cenário é ainda mais sensível porque a memória RAM já vinha subindo no mercado internacional. Com a nova tarifa, o consumidor brasileiro sofre um efeito duplo: alta externa somada ao aumento de imposto sobre tecnologia.

O resultado tende a ser uma escalada relevante nos preços finais de PCs completos e upgrades.


Impacto além dos games

Embora o debate costume se concentrar no universo gamer, o impacto no setor de tecnologia no Brasil é muito mais amplo. Computadores de alto desempenho são ferramentas de trabalho para desenvolvedores, artistas digitais, editores, engenheiros e pequenos estúdios. Não estamos falando de luxo, mas de estrutura básica de produção.

Quando o hardware encarece, o investimento diminui. Profissionais adiam upgrades, empresas operam com máquinas defasadas e pequenos negócios perdem eficiência. Fala-se muito sobre produtividade no Brasil, especialmente diante das recentes discussões sobre carga horária de trabalho, mas raramente se coloca na equação o defasamento tecnológico causado pelo alto custo de equipamentos — sem nem entrar em outros gargalos estruturais que também afetam o desempenho.

Em um cenário global cada vez mais competitivo, encarecer tecnologia é, inevitavelmente, encarecer produção.


Arrecadação no curto prazo, custo no longo e atraso no futuro

A expectativa de arrecadar bilhões pode gerar alívio imediato nas contas públicas. Mas tecnologia não é apenas um item de consumo — é infraestrutura produtiva, base da economia digital.

Ao elevar o imposto de importação de componentes de PC sem que exista uma indústria nacional capaz de suprir essa demanda com competitividade, o país preserva a dependência externa e ainda encarece o acesso interno. Ou seja, não resolve o problema estrutural e adiciona um novo custo ao sistema.

A discussão vai muito além de montar ou atualizar um computador. Trata-se do acesso às ferramentas que sustentam inovação, produtividade e crescimento em um mercado cada vez mais digitalizado.


Conclusão

Não há problema algum em ter uma base agrária forte. O agronegócio é um pilar relevante da economia brasileira. Os próprios Estados Unidos são uma das maiores potências agrícolas do mundo — e nem por isso deixaram de investir pesadamente em tecnologia, indústria e inovação. O ponto nunca foi abandonar o campo, mas evoluir além dele.

O Brasil não carece de talento. Pelo contrário. O país forma pesquisadores, cientistas e profissionais altamente qualificados, com contribuições relevantes inclusive em áreas como a medicina — avanços que por si só mereceriam um debate exclusivo. Capacidade intelectual existe. O que falta é um ambiente estrutural que transforme potencial em desenvolvimento sustentável.

Quando impostos aumentam sobre setores estratégicos como tecnologia, a justificativa costuma ser fortalecimento econômico. Porém, sem retorno visível em infraestrutura, inovação ou incentivo industrial consistente, a sensação é de estagnação. O debate deixa de ser apenas tributário e passa a ser sobre prioridades nacionais.

É possível ser forte no agro e, ao mesmo tempo, protagonista em tecnologia. O que impede esse salto não é vocação econômica, mas barreiras estruturais e decisões que encarecem justamente as ferramentas que impulsionam produtividade e inovação.

Se essa lógica continuar prevalecendo, o Brasil seguirá conhecido como o celeiro do mundo — relevante na produção primária, mas distante do protagonismo tecnológico que define as economias mais prósperas.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Nova Expansão de Pokémon TCG Pocket: “Maravilhas de Paldea” Chega esta Semana no Jogo

 A espera acabou, Treinadores! A nova expansão digital de Pokémon Pocket, chamada “Maravilhas de Paldea” (Paldean Wonders), está chegando para agitar a comunidade de colecionadores e jogadores competitivos no dia 26 de fevereiro de 2026.

O Que é Maravilhas de Paldea?

“Maravilhas de Paldea” é o mais recente themed booster pack do Pokémon TCG Pocket, ambientado na vibrante região de Paldea — o cenário dos jogos Pokémon Scarlet & Violet.

Essa expansão convida os jogadores a explorarem a diversidade de Pokémon e personagens icônicos dessa região, reimaginados no formato digital de cartas colecionáveis.


Data de Lançamento

26 de fevereiro de 2026 (dependendo do fuso horário pode aparecer como 25 de fevereiro à noite em algumas regiões) — fique de olho no jogo para a liberação oficial!


Destaques da Coleção “Maravilhas de Paldea”

Pokémon em Destaque

Nesta expansão, você poderá encontrar cartas inspiradas em Pokémon populares de Geração IX, incluindo:

  • Sprigatito, Fuecoco e Quaxly – os Pokémon iniciais de Paldea

  • Meowscarada ex – versão poderosa do Pokémon tipo Planta

  • Gholdengo ex – uma carta ex estratégica com design marcante

  • Maushold e outros Pokémon regionais

  • …e muitas surpresas ainda por revelar!

Essas cartas prometem tanto valor visual quanto mecânico, ampliando o leque de estratégias dentro do TCG Pocket.


Novos Cards de Treinadores e Suporte

A coleção também adiciona cartas de Treinadores e Itens, incluindo personagens queridos como:

  • Nemona – uma treinadora cheia de energia

  • Arven – com uma vibe mais estratégica

  • Mesagoza Stadium – card que representa um cenário emblemático da região
    Esses Trainers ajudam a conectar sua coleção com a narrativa dos jogos Scarlet & Violet.


Por Que Essa Expansão é Importante?

“Maravilhas de Paldea” traz nostalgia e frescor ao TCG Pocket ao reconectar a experiência do jogo de cartas com uma das regiões mais queridas dos títulos principais (Scarlet & Violet). A presença de Pokémon favoritos, cartas ex fortes e uma programação de eventos robusta faz dessa coleção uma das mais aguardadas do ano até agora.


Conclusão

Se você é fã de Pokémon TCG Pocket, colecionador digital ou simplesmente ama explorar a região de Paldea, é melhor já deixar espaço garantido na sua coleção! A expansão “Maravilhas de Paldea” chega oficialmente em 26 de fevereiro de 2026, prometendo nostalgia, novas estratégias competitivas e artes inspiradas na Geração IX.

E a data é ainda mais simbólica: no dia 27 de fevereiro, a franquia celebra 30 anos desde o lançamento de Pokémon Red & Green no Game Boy, marco que deu início a um dos maiores fenômenos da cultura pop mundial.

Além disso, já foram confirmados os relançamentos digitais de Pokémon FireRed e Pokémon LeafGreen. No entanto, o valor anunciado de aproximadamente R$120 chama atenção por ser elevado para títulos originalmente lançados há mais de duas décadas.

Com uma nova expansão chegando no dia 26 e o aniversário oficial no dia 27, o cenário é perfeito para possíveis anúncios especiais, eventos comemorativos dentro do jogo e até conteúdos exclusivos celebrando os 30 anos da marca.

  • 26/02/2026 — Lançamento de “Maravilhas de Paldea” no Pokémon TCG Pocket
  • 27/02/2026 — Pokémon Day 30 anos

Não deixe de entrar no jogo no dia do lançamento para abrir seus boosters, testar novas combinações e participar dos eventos especiais. Se tem algo que a história de Pokémon prova, é que sempre há uma novidade pronta para surpreender os Treinadores! 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Justiça Artificial: A IA Pode Ser Mais Justa Que os Humanos?

Spoilers do filme Justiça Artificial ao longo do texto.

A cada dia que passa, é impossível ignorar: a inteligência artificial deixou de ser ficção científica e se tornou parte ativa da sociedade. Das IAs que geram imagens e textos aos sistemas avançados usados em engenharia, medicina e análise de dados, vivemos uma revolução tecnológica cujo impacto pode ser comparável — ou até superior — ao da Revolução Industrial.

Mas existe uma área onde o debate se torna ainda mais sensível: a aplicação da inteligência artificial em sistemas de governo e justiça. 

É exatamente esse o tema central do filme Justiça Artificial, que usa a ideia de uma IA julgando casos como ponto de partida para discutir imparcialidade, corrupção, ética e os rumos do poder nas próximas décadas.


A Revolução da IA e o Impacto no Sistema Jurídico

A automação já transformou mercados inteiros. No setor jurídico, sistemas de IA já são utilizados para:

  • Analisar precedentes jurídicos

  • Identificar padrões de reincidência

  • Auxiliar na organização de processos

  • Prever possíveis desfechos com base em dados históricos

A promessa é clara: reduzir erros humanos, acelerar decisões e diminuir vieses emocionais. Mas o filme Justiça Artificial vai além da automação. Ele propõe algo muito mais radical:

E se a parte humana do julgamento fosse totalmente substituída por uma IA?


Um Mundo Corrupto Precisa de Juízes Algorítmicos?

O filme parte de uma premissa forte: vivemos em um mundo onde a justiça muitas vezes parece falhar.

Há percepções recorrentes sobre:

  • Leniência com o crime

  • Morosidade processual

  • Reincidência elevada

  • Influência política e ideológica em decisões

Nesse cenário, a ideia de uma máquina julgando apenas com base nos fatos, sem emoção, sem ideologia e sem interesse pessoal, parece extremamente sedutora.

A juíza artificial Mercy representa esse ideal: decisões lógicas, estruturadas, baseadas em dados e sem subjetividade, ao menos em teoria.


IA na Justiça e o Futuro da Política Mundial

A discussão proposta pelo filme vai além do tribunal. Ela toca em algo maior: como a inteligência artificial pode influenciar o futuro da política mundial.

Em um cenário global marcado por crises institucionais, conflitos geopolíticos e crescente desconfiança nas lideranças, a tecnologia surge como alternativa para:

  • Reduzir interferência política em decisões técnicas

  • Tornar processos mais auditáveis

  • Diminuir arbitrariedades

  • Padronizar critérios de julgamento

Mas existe um limite. A IA aprende com dados humanos.

  • Ela executa regras definidas por pessoas.
  • Ela opera dentro de estruturas criadas por sistemas políticos.

Se esses sistemas forem falhos, a máquina apenas executará essas falhas com maior eficiência. Afinal, por mais eficiente que um sistema autônomo seja, se o seu criador for falho, possivelmente em alguma escala esse sistema será falho.


Solução Real ou Nova Forma de Poder?

A grande questão não é se a IA pode julgar melhor que humanos.

A pergunta central é:

Quem define os parâmetros da máquina?

Uma IA não tem interesse próprio. Mas pode aplicar regras injustas com precisão matemática. Isso transforma o debate em algo ainda maior: não apenas justiça artificial, mas governança artificial. E isso impacta diretamente o futuro da política mundial.


Conclusão: Um Filme Envolvente e Extremamente Atual

Justiça Artificial é, sem dúvida, um bom filme. A estrutura temporal do julgamento cria uma dinâmica envolvente que mantém o espectador preso do início ao fim. A tensão crescente, os dilemas morais e o ritmo narrativo fazem com que a obra funcione muito bem como um filme de ação e investigação, equilibrando entretenimento e debate contemporâneo.

No entanto, a narrativa parece evitar um mergulho mais profundo nas implicações filosóficas e políticas de uma justiça totalmente automatizada. Ao introduzir falhas e dúvidas na IA, o roteiro soa menos como uma provocação ousada e mais como um recuo estratégico — quase um retorno ao conforto do modelo humano tradicional.

Se a proposta é apresentar uma máquina guiada exclusivamente por dados e evidências objetivas, a hesitação “emocional” enfraquece a própria premissa. Em um cenário com vigilância ampla e infraestrutura governamental robusta, a capacidade de cruzar imagens, registros e padrões comportamentais seria praticamente instantânea. A falha, portanto, não parece técnica — mas dramática.

Talvez seja justamente aí que o filme hesita: imaginar até as últimas consequências uma entidade verdadeiramente imparcial, com acesso total aos fatos e sem interferência ideológica. Ao humanizar a IA, preserva-se o protagonismo humano — mas evita-se o desconforto de um mundo onde a eficiência algorítmica realmente supera a subjetividade da justiça tradicional.

Ainda assim, é uma obra relevante e atual, especialmente em um momento em que tecnologia e poder caminham cada vez mais juntos.

E talvez essa seja sua maior virtude:

O filme não oferece respostas definitivas. Ele deixa a pergunta no ar:

Estamos preparados para um mundo onde decisões fundamentais deixem de ser humanas?

E você, o que achou do filme? Acredita que uma IA poderia julgar melhor que um ser humano? Deixe sua opinião nos comentários.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

5 Séries Nostálgicas de Comédia Que Marcaram Gerações

Se você gosta de dar boas gargalhadas e se divertir no seu tempo livre, aqui vão 5 séries nostálgicas de comédia que conseguem divertir crianças e adultos. Esses clássicos dos anos 80, 90 e início dos anos 2000 marcaram a TV aberta no Brasil e continuam vivos na memória dos fãs.

Além de relembrar cada uma delas, também listamos onde assistir essas séries nostálgicas online, incluindo opções gratuitas como a Pluto TV.

Prepare-se para uma viagem no tempo!


1. ALF, o ETeimoso

Onde assistir: aluguel/compra digital (como Prime Video)

Impossível não começar a lista com uma das melhores séries de comédia já produzidas. Exibida entre 1986 e 1990, ALF, o ETeimoso acompanha Gordon Shumway, um alienígena do planeta Melmac que cai acidentalmente na Terra e passa a viver escondido na casa da família Tanner.

Com humor sarcástico e situações absurdas, ALF se tornou um dos personagens mais icônicos da cultura pop dos anos 80. No Brasil, a série foi reprisada diversas vezes na TV aberta, o que consolidou sua popularidade.


2. Três é Demais

Onde assistir: verificar catálogo atual (streamings e aluguel digital) e possíveis exibições na Pluto TV

Conhecida internacionalmente como Full House, a série acompanha Danny Tanner, um pai viúvo que recebe ajuda do cunhado e do melhor amigo para criar suas três filhas.

Foi nessa produção que as gêmeas Mary-Kate Olsen e Ashley Olsen ganharam fama mundial interpretando Michelle Tanner.

Clássica das sitcoms familiares dos anos 90, a série já esteve disponível em grandes plataformas de streaming em diferentes períodos. Como os catálogos mudam com frequência, vale conferir serviços atuais ou acompanhar possíveis transmissões na Pluto TV, que costuma exibir séries clássicas gratuitamente.


3. Manual de Sobrevivência Escolar do Ned

Onde assistir: Paramount+ e Pluto TV (canais temáticos da Nickelodeon)

Mesmo sendo dos anos 2000, a série já é considerada um clássico nostálgico. A trama acompanha Ned Bigby e seus melhores amigos enfrentando os desafios do ensino fundamental com “dicas de sobrevivência”.

O humor rápido, os personagens caricatos e as situações exageradas transformaram a produção em um dos maiores sucessos da Nickelodeon.

Atualmente, a série costuma estar disponível no Paramount+ e também pode aparecer na programação on demand da Pluto TV.


4. Kenan & Kel

Onde assistir: Paramount+ e Pluto TV (canais temáticos da Nickelodeon)

Um dos maiores sucessos juvenis dos anos 90, a série mostra a amizade entre o responsável Kenan e o atrapalhado Kel.

Os planos mirabolantes quase sempre terminam em desastre, e o humor físico marcou uma geração inteira. A paixão de Kel por refrigerante de laranja virou um dos momentos mais lembrados da TV jovem.

Além do Paramount+, a série pode aparecer em canais temáticos da Nickelodeon dentro da Pluto TV.


5. Um Maluco no Pedaço

Onde assistir: serviços de streaming que incluem o catálogo da Warner

Estrelada por Will Smith, Um Maluco no Pedaço acompanha um jovem da Filadélfia que, após se envolver em confusão no bairro onde morava, é enviado para viver com os tios ricos na sofisticada região de Bel-Air, na Califórnia.

O contraste entre o jeito descontraído e irreverente de Will e a postura formal da família Banks rende situações hilárias, mas a série vai além da comédia. Ao longo das temporadas, a produção abordou temas como desigualdade social, preconceito, amadurecimento e identidade — sempre equilibrando emoção e humor na medida certa.

Com personagens carismáticos, episódios marcantes e uma trilha sonora icônica, a série foi fundamental para impulsionar a carreira de Will Smith ao estrelato internacional.

A produção já esteve disponível em plataformas que incluem o catálogo da Warner e pode retornar ao streaming conforme atualizações de licenciamento.


Onde Assistir Séries Nostálgicas Gratuitamente?

Se você busca séries nostálgicas de comédia para assistir grátis, a Pluto TV é uma ótima alternativa. A plataforma funciona com canais ao vivo e conteúdo sob demanda, sem necessidade de assinatura.

Vale lembrar que o catálogo pode variar, então é sempre bom conferir a programação atual.


Conclusão

Essas séries clássicas de comédia dos anos 80, 90 e 2000 continuam relevantes porque combinam humor leve, personagens marcantes e histórias atemporais.

Seja por streaming pago, aluguel digital ou plataformas gratuitas como a Pluto TV, nunca foi tão fácil revisitar esses clássicos da televisão.

E você, qual dessas séries marcou mais a sua infância? Conta aqui nos comentários!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Concept Arts de Armas Inspiradas em Valorant, Overwatch e Paladins

Ao desenvolver essa série, o foco principal foi estudar como direção de arte influencia o design de uma arma. A silhueta, os materiais, os efeitos visuais e até a sensação de peso mudam totalmente dependendo do estilo do jogo.

Cada versão parte da mesma base estrutural, mas evolui visualmente para se encaixar em três propostas diferentes.


Versão Tática Futurista — Inspirada em Valorant

Aqui o foco foi trabalhar:

  • Silhueta limpa e bem definida

  • Design mais angular e preciso

  • Detalhes tecnológicos sutis

  • Iluminação emissiva controlada

A ideia foi transmitir eficiência, tecnologia e sofisticação. Menos exagero, mais estratégia visual. As cores seguem uma linha mais contrastante e moderna, reforçando o aspecto competitivo.

(Sobre o jogo: Valorant é um FPS tático da Riot Games que mistura tiro estratégico com habilidades únicas de agentes.)


Versão Hero Shooter Vibrante — Inspirada em Overwatch

Nesta variação, o design ganhou:

  • Formas mais arredondadas

  • Volumes exagerados

  • Paleta de cores vibrante

  • Mais personalidade visual

Aqui a arma faz parte da identidade do personagem. Os detalhes são mais expressivos e menos realistas, priorizando carisma e leitura visual rápida.

(Overwatch, da Blizzard Entertainment, é conhecido pelo estilo estilizado e foco em trabalho em equipe.)


Versão Fantasia Tecnológica — Inspirada em Paladins

Para essa versão, misturei:

  • Elementos ornamentados

  • Cristais energéticos

  • Formas mais dramáticas

  • Sensação de poder mágico

O objetivo foi criar uma skin com presença forte, quase lendária — algo que se destaca imediatamente dentro de um universo mais fantasioso.

(Paladins, desenvolvido pela Hi-Rez Studios, combina fantasia e tecnologia em partidas multiplayer dinâmicas.)


O Papel do Concept Art no Desenvolvimento de Skins

No mercado atual, skins são parte essencial da experiência do jogador. Antes de chegar ao modelo 3D final, tudo começa no concept art:

  • Exploração de silhueta

  • Estudos de material (metal, energia, cristal, polímero)

  • Testes de paleta

  • Iterações rápidas de variações

Esse tipo de exercício é excelente para treinar:

  • Versatilidade de estilo

  • Adaptação à direção de arte

  • Consistência visual

  • Storytelling através do design


Conclusão

Essa série foi um estudo prático de como um mesmo equipamento pode assumir três identidades completamente diferentes apenas mudando linguagem visual e intenção artística.

Se você trabalha ou quer trabalhar com concept art para jogos, estudar estilos distintos como os de Valorant, Overwatch e Paladins é um ótimo treino para ampliar seu repertório.

Qual dessas versões você usaria no jogo? 

Se curtiu esse conteúdo sobre design de armas e criação de skins para FPS, acompanha o blog para mais posts focados em arte digital e desenvolvimento visual para games.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

State of Play Sony – Tudo que Foi Anunciado em 12/02/2026

Ontem, dia 12 de fevereiro de 2026, a Sony realizou uma das edições mais longas e recheadas do State of Play, trazendo mais de uma hora de novidades em trailers, anúncios e datas de lançamento para o PlayStation 5 e outras plataformas.

O evento foi transmitido pelos canais oficiais da PlayStation no YouTube e Twitch e atraiu a atenção de fãs ao redor do mundo, com uma mistura de novos jogos, atualizações de franquias consagradas e projetos surpreendentes.


Principais Destaques do Evento

1. Resident Evil Requiem – Gameplay e Trailer Final

Capcom apresentou mais um trailer cinematográfico e de gameplay de Resident Evil: Requiem, com destaque para a volta de Leon S. Kennedy e cenas na icônica Delegacia de Raccoon City em ruínas. O lançamento está marcado para 27 de fevereiro de 2026.


2. Silent Hill: Townfall – Primeiro Vislumbre

A Konami mostrou mais de Silent Hill: Townfall, com foco em exploração em primeira pessoa, terror psicológico e novos elementos de narrativa — mantendo a atmosfera sombria que consagrou a série clássica. E implementando a mecânica nova que ressuscitou a franquia de Resident Evil. 


3. Pragmata – Gameplay Revelado

Capcom voltou a exibir Pragmata, sua nova IP de ficção científica com ambientes misteriosos e combate dinâmico. O jogo está previsto para 24 de abril de 2026.


4. Novo Jogo de John Wick

Um projeto totalmente novo ambientado no universo de John Wick foi anunciado para PlayStation 5, prometendo entregar a ação cinematográfica intensa e o estilo de combate brutal que se tornaram marcas registradas do personagem, tudo isso em uma história inédita.

O título desperta um forte sentimento de nostalgia em quem jogou The Punisher no PS2, já que se trata de mais uma adaptação de um filme para os videogames — um tipo de projeto que historicamente costuma gerar desconfiança entre os jogadores, por muitas vezes resultar em produtos de qualidade questionável. No entanto, o que foi apresentado chamou atenção de forma positiva, aparentando um cuidado técnico e criativo acima da média, a ponto de parecer mais promissor do que o próprio jogo de 007 anunciado durante o evento.


5. Star Wars: Galactic Racer – Corridas no Estilo Pod Racing

Os fãs de Star Wars receberam um trailer de Galactic Racer, um jogo de corrida de veículos claramente inspirado no clássico Star Wars Racer, agora reimaginado com visuais modernos, alta velocidade e pistas ambientadas em diferentes planetas do universo da saga.

Para muitos fãs, experiências como essa reforçam a sensação de que os videogames se tornaram a nova esperança da franquia, já que, nos cinemas e nas séries, o que temos visto são apenas vislumbres pontuais do brilho que consagrou Star Wars como um dos maiores ícones da cultura pop.


6. God of War Trilogy Remake + Surpresa 2D

Sem dúvida, o anúncio que mais chamou a atenção dos fãs foi o remake completo da trilogia original de God of War, atualmente em desenvolvimento para PlayStation 5. Embora nenhuma data de lançamento tenha sido divulgada até o momento, o simples fato de saber que essa saga icônica dos videogames está recebendo uma repaginação completa já é o suficiente para deixar os fãs do Fantasma de Esparta extremamente ansiosos.

Enquanto esse retorno épico não chega, os jogadores já podem mergulhar em God of War: Sons of Sparta, um spin-off em 2D no estilo metroidvania, que revisita as origens de Kratos em Esparta, explorando sua trajetória inicial como guerreiro e aprofundando ainda mais o passado do personagem.


Outras Revelações Importantes

Além dos grandes destaques acima, o State of Play trouxe:

  • Kena: Scars of Kosmora – sequência confirmada

  • Death Stranding 2: On the Beach – versão para PC

  • Legacy of Kain: Defiance Remastered

  • 4: LOOP – novo modo co-op

  • Castlevania: Belmont’s Curse – novo título da franquia

  • Control: Resonant – gameplay novo

  • Neva: Prologue – expansão lançando em 19/02

  • Rev.Noir, Crimson Moon, Project Windless e muito mais


O que os fãs acharam?

A recepção nas redes indicou que muitos gostaram do evento, elogiando principalmente os anúncios de Resident Evil Requiem e o remake da trilogia God of War. Porém, alguns usuários também comentaram que esperavam anúncios maiores ou exclusivos surpresa, como Final Fantasy VII Part 3 ou títulos ainda não revelados.


Conclusão

O State of Play de 12/02/2026 foi um showcase cheio de conteúdo e diversidade de jogos, equilibrando grandes franquias com novidades ousadas e experiências diferentes para PS5. Foi um evento que agradou parte da comunidade, gerando expectativa para o restante de 2026, com muitos jogos já com datas e trailers para assistir. 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Pokémon Pokopia: o jogo de “fazendinha Pokémon” está chegando — o que esperar da novidade?

O universo Pokémon está se preparando para uma mudança de ritmo! Pokémon Pokopia — um jogo que parece um simulador de vida e fazendinha no mundo de Pokémon — já tem data para chegar ao Nintendo Switch 2: 5 de março de 2026, e promete uma experiência diferente dos títulos tradicionais da franquia.

Datas importantes

Demo jogável: de 13 a 15 de fevereiro de 2026 durante o Pokémon Europe International Championships em Londres — evento onde fãs terão a chance de experimentar o jogo antes do lançamento.

Lançamento oficial: 5 de março de 2026 no Nintendo Switch 2.


O que esperar de Pokémon Pokopia

Ao contrário dos jogos principais de Pokémon, Pokémon Pokopia foge das batalhas e ginásios e entra no terreno das simulações de vida e construção. Aqui, você joga como um Ditto que precisa restaurar um mundo e criar um paraíso acolhedor para Pokémon, com atividades como:

  • Cultivar plantações e coletar recursos

  • Construir estruturas e habitats

  • Interagir com Pokémon em um ambiente aberto

  • Personalizar sua vila com estilo e criatividade

Essa abordagem lembra jogos populares como Animal Crossing e Disney Dreamlight Valley, mas com a marca e o charme únicos do universo Pokémon.


Por que essa demo é relevante

A demo de Pokémon Pokopia no EUIC 2026 (13–15 fev) é a primeira oportunidade pública de jogar o título antes de seu lançamento global. Isso significa que a comunidade poderá experimentar a jogabilidade, compartilhar impressões e gerar ainda mais expectativa para o mês de março.

Além disso, eventos como esse costumam antecipar novidades e possíveis anúncios ligados à franquia, especialmente porque fevereiro é um mês importante no calendário Pokémon.


Em resumo

  • Pokémon Pokopia chega em 5 de março de 2026 ao Nintendo Switch 2.

  • Demo gratuita pode ser jogada de 13 a 15 de fevereiro em Londres.

  • O jogo traz uma proposta de simulação de vida com Pokémon, clima relaxante e foco na criatividade e convivência com criaturas do mundo Pokémon.

E você, está ansioso para explorar esse novo jeito de viver com Pokémon? Conta nos comentários!