Fala, pessoal! Se você viveu o final dos anos 90 e o comecinho dos anos 2000, com certeza lembra da rivalidade que dividia os amigos no recreio: Pokémon ou Digimon? Pois bem, 2025 trouxe de volta essa disputa clássica com dois lançamentos de peso — Pokémon Legends: Z-A e Digimon Story: Time Stranger.
O lançamento quase simultâneo reacendeu a nostalgia de uma geração inteira e levantou novamente a pergunta que nunca morre: qual é a melhor franquia?
A supremacia inicial: Pokémon saiu na frente
Quando se trata de faturamento e impacto global, não tem como negar — Pokémon foi o grande vencedor daquela época. A franquia se tornou um fenômeno mundial e é hoje a mais lucrativa da história do entretenimento, com valores que ultrapassam a casa dos 90 bilhões de dólares. De jogos a brinquedos, de anime a filmes, a marca se consolidou em absolutamente tudo.
Mas o sucesso também tem um preço. Com o passar dos anos, Pokémon parece ter chegado à sua “forma final”. Sim, ela ainda tenta inovar — tivemos as Mega Evoluções, as variações regionais, os Z-Moves e até o polêmico Gigantamax — mas, no fim das contas, a sensação é que a franquia anda girando em círculos, entregando mais do mesmo, só que com gráficos novos, ainda que defasados.
Não é à toa que Pokémon Legends: Z-A, lançado agora em outubro, foi recebido com empolgação e cautela ao mesmo tempo. O jogo finalmente traz batalhas em tempo real e o retorno das Megas, algo que os fãs pediam há anos. Ainda assim, muita gente sente que a Game Freak está jogando seguro demais — mantendo uma estrutura que funciona, mas que já não surpreende como antes e quando ganha os holofotes é por questões polêmicas como o design das novas Megas, bem abaixo da qualidade das primeiras apresentadas no Pokémon X/Y.
A trajetória de Digimon: amadurecimento, erros e acertos
Enquanto isso, Digimon seguiu um caminho diferente. A franquia nunca teve o mesmo apelo comercial nem a força de marketing de Pokémon, mas ganhou respeito pela maneira como amadureceu ao longo dos anos. Digimon sempre foi mais experimental — tentou gêneros, mecânicas e estilos narrativos variados — e mesmo com tropeços, foi aprendendo com os erros.
E parece que esse aprendizado valeu a pena. O novo Digimon Story: Time Stranger, lançado no começo de outubro, é apontado como um dos melhores jogos da série. Ele aposta em um sistema de vínculos entre treinador e Digimon, customização profunda e uma narrativa mais sombria e madura — algo que combina muito com o público que cresceu junto com a franquia.
Digimon pode até não competir em números, mas em coração e identidade, vem dando passos firmes. É aquela franquia que talvez nunca tenha sido “a mais popular”, mas que continua evoluindo (literalmente) enquanto Pokémon parece confortável na sua glória.
Quem será o vencedor?
A verdade é que Pokémon vai continuar vendendo mais que Digimon, e isso não é surpresa para ninguém. Lá no início dos anos 2000 essa disputa já tinha sido decidida, e o resultado marcou toda uma geração. Essa vitória se traduziu em nostalgia — e é justamente esse sentimento que mantém o público fiel até hoje.
Mas o mercado muda, e os jogadores mudam junto com ele. Aos poucos, Digimon vem se destacando não apenas pela nostalgia, mas pela qualidade e pela coragem de evoluir. A franquia encontrou seu próprio ritmo, investindo em experiências mais profundas e narrativas maduras. Se continuar nessa direção, não seria absurdo imaginar um futuro em que esse amadurecimento comece a se refletir também nas vendas. Afinal, relevância e qualidade, cedo ou tarde, costumam encontrar seu público.
Conclusão
E aí, qual lado você escolhe? Você continua fiel à corporação de Pokémon ou decidiu dar mais uma chance ao universo digital dos Digimon? Conta aí nos comentários — quero saber qual franquia está te empolgando mais nesse retorno épico da rivalidade dos anos 90!

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